Nossos Cases
Decidir, não adivinhar.
Antes de investir, lançar, corrigir ou parar, existe uma pergunta anterior: o que precisa ser verdade para que isso funcione? Veja em quatro cases reais como decidir com alternativas, evidências e trade-offs — em vez de apostar.
Parte dos trabalhos apresentados nesta página envolve informações estratégicas, financeiras, tecnológicas ou operacionais confidenciais. Por esse motivo, alguns cases foram descritos sem identificar empresas, investidores ou outros participantes.
Os casos apresentados são baseados em projetos reais nos quais atuei diretamente. Quando necessário, nomes e determinadas informações foram omitidos ou generalizados para preservar compromissos de confidencialidade, sem alterar a natureza do problema, do trabalho realizado ou das decisões envolvidas.

Como avaliar se uma nova iniciativa realmente para em pé
Uma boa ideia não é necessariamente uma iniciativa viável.
Antes de investir significativamente em um novo negócio, produto, operação ou plataforma, é preciso entender se as premissas que sustentam a iniciativa sobrevivem quando confrontadas com a realidade da execução.

Como avaliar uma empresa antes de investir
Uma decisão de investimento não deveria depender apenas da atratividade do mercado, de projeções financeiras ou da qualidade aparente do produto.
Especialmente em empresas de tecnologia e negócios digitais, parte relevante do risco pode estar escondida na capacidade real de transformar a tese apresentada em operação e escala.

Quando corrigir, redirecionar ou parar
Uma das decisões mais difíceis não acontece antes do investimento.
Acontece depois.
Capital, tempo e reputação já foram comprometidos. Pessoas trabalharam na iniciativa. Produtos foram construídos. Fornecedores foram contratados. Clientes podem estar envolvidos.

Como estruturar uma operação de crédito consignado público
Antes de automatizar o fluxo, é necessário definir com clareza quem participa da operação, qual é o papel de cada parte, como o dinheiro e as informações circulam, quais controles são necessários, quais os riscos e obrigações regulatórias e como produto, tecnologia e operação funcionarão juntos.
Quando essas definições não estão maduras, automatizar cedo pode apenas cristalizar um desenho que ainda deveria estar sendo questionado.